quinta-feira, 29 de setembro de 2011

este crato que o coelho meteu a ministro ainda consegue ser pior que ele e o cavaco juntos. desprezível. é a palavra chave.


Maria Henriques
 Maria Henriques 

Ouvi sempre o agora ministro crato com muita atenção. Nunca tive dúvidas que seria um ministro desprezível. Agradeço~lhe ter-me dado razão.

Nunca fiz parte do coro que ou aplaudia a vinda do nuno crato para o governo ou que olhavam o crato com o respeito e a esperança de que ele traria à educação algo de bom. Pelo contrário; sempre o olhei com a desconfiança própria de quem reconhece a mentira quando a escuta. Portanto nada do que este ministro/plano inclinado possa fazer me surpreenderá ou me desiludirá , porque nunca lhe reconheci talento para nada, muito menos para me iludir.

Ao que parece o crato decidiu acabar com a educação para todos , para que apenas os filhos , enteados , primos e afilhados das direitas possam enfim andar aí pelas escolas, liceus , universidades etc etc sem o terror de ter que se misturar com a arraia miúda e apanhar, sabe~se lá alguma coisa que lhes dê um olhar mais humano em seu redor. O que é que esta atitude tem de surpreendente ou mesmo de chocante? O crato sempre mostrou ao que vinha , tal como o passos, o relvas , o portas e todos os que se meteram a governo , torpedeando, mentindo , iludindo , aldrabando e ocultando e que é afinal a única coisa que sabem fazer.

Que o crato rebentará com a educação em portugal , disso nunca tive dúvidas.
O crato é o rato que acabará por roer até corroer todo o edificio do ensino público em portugal, afinal é para isso que lhe pagam.
Assim como nunca tive dúvidas de que este governo de passos coelho rebentará com portugal .No mais concordo com o artigo da  estrela serrano e sinceramente o que desejo é que o inferno lhes chegue depressa e em bom tempo.
Mas devo acrescentar o seguinte:


 Maria Henriques 

Sinceramente: dava-me mais gozo ver o crato fora do governo do que dentro do inferno .   







Quem dá e tira vai para o inferno



Com que cara vou chegar ao pé dos alunos a quem já pedi que estejam presentes e disse que iam receber 500 euros? Quando se dá, dá, não se volta a tirar” ,lamentava-se ontem Adalmiro Fonseca, da Associação Nacional de Directores de Escolas Públicas, citado pelo Público. E não é para menos.

escrevi isto há uns tempos e hoje faz cada vez mais sentido



May 23, 2010


Hoje vivemos tempos muito perigosos, manipulados pela ditadura do dinheiro que quando assume o poder a que assistimos se transforma sempre no instrumento preferido dos politicos votados a todo o tipo de autoritarismos.

  • Seja qual for a expressão desse desejo de manipulação e dominio sobre os outros, ela revela sempre o perigo de que devemos afastar-nos. E se adicionarmos esses sinais de malevolência a todos os anteriores, usados pela estratégia reprovável de constante difamação e provocação, de constante asfixia e de constante manipulação da verdadade então será mais fácil percebermos quem queremos apoiar e porquê.

    É preciso não esquecermos que os que estão interessados na destruição das liberdades e do estado social , são aqueles que sempre estão por detrás das manobras mais terriveis contra a democracia e a liberdade de todos.

    Eu sigo o caminho do meio apoiando aqueles que tenho a certeza nem mentem nem são nunca desonestos e que são verdadeiramente decentes e patriotas no sentido de querer proteger os direitos de todos nesta nossa democracia. Seguirei pois os meus instintos e as minhas convicções que até hoje nunca me enganaram

    Seguirei pois pelo caminho do meio e do equilibrio porque 25 de abril sempre e viva a democracia e a república.



o crato é rato, escreve~se no blogue artigo 58. concordo e acrescento; numa reunião de ratos , rato que tem um olho é rei.




O Nuno crato promoveu~se na direcção que lhe era mais conveniente e foi promovido pelos amigalhaços na direcção que lhes era mais conveniente a eles. Isto de cavaquismo e de cavaquistas sempre foi assim; onde houver uma mesa seja em quadratura ou em círculo aí estarão eles sentados a dar uma de balhe mandado em dó de favores .
O crato tem curriculum, isso é inegável. aliás todos ali pelo cavaquismo tiveram o cuidado de se apoiar em belos curriculos e belos amigos que os pudessem apoiar.É assim que se faz no mundo da liliput cavaquista.
mas esta estória da vida possui algo mais do que aquilo que os pequeninos liliputianos vêem, sendo que é um tipo de forma de vida que apenas consegue ver o instinto mais básico e mais primário sendo que é também isso aquilo que durante toda a sua vida consegue sentir.Acaba pois quase sempre por revelar aos mais sensíveis tudo aquilo que deseja mesmo que doure aquilo que deseja no papel prateado mais esfuziante. o crato tem um curriculo prateado, mas tal não significa que esse prateado ofereça mais do que a vaga ilusão de que é ele quem manda ou de que as ideias que nos serve dele tenham nascido.
o crato é como muito bem diz o autor desse artigo, um rato.
é como se diz nos casinos o ratinho das roletas.a roleta é nesta caso o ensino em portugal e o crato nada mais é do que aquele que se dispôs a exterminar todo o ensino que não seja aquele que dá dinheiro e poder aqueles que o meteram a ministro.no cavaquismo, é assim que se faz.

o crato ganhou a fama e o proveito falando de educação e criticando o ministério de sócrates. mas falou em plano inclinado, suportado e apoiado sem contraditório pelo crespo e pelo medina carreira que até no nome tem a indicação do caminho que segue desde que o partido socialista dele se esqueceu para cargos e comendas. ora o cavaquismo se há coisa que promete são comendas e cargos de modo que não foi nunca de estranhar que aquele plano tanto se inclinasse para o lado de onde lhe chegavam os odores do proveito.
o crato falou e falou e falou e promoveu~se e foi promovido com um tipo do melhor, como um mestre de sabedorias várias e como aquele que seria o cavaleiro andante contra o governo de sócrates e contra os socialistas que do ponto de vista do plano a cair para o abismo da intolerância era afinal a tal raiz a extirpar. é muito próprio dos ratos roerem.
mas apesar do que disse ficou sempre esta penosa dúvida; seria crato homem capaz para assumir os destinos da educação em portugal defendendo os interesses de TODOS os cidadãos?
ESCREVI PENOSA DÚVIDA E ESCREVI BEM.penosa dúvida para todos os que temendo que fossem verdadeiras as acusações contra a politica de sócrates se decidiram a dar o seu voto ao crato e aos amigos cavaquistas. porque para mim a dúvida nem nunca foi penosa , nem nunca existiu.  
o crato nunca iria para a pasta da educação para promover a educação de todos os portugueses, o crato iria para a educação para assegurar à extrema direita cavaquista de que a educação retornaria para os seus feudos.
quanto às sabedorias do crato e apesar do tal curriculum que nos serviram na mesa dos amigalhaços do plano, é como todo este governo , inepto.

mas evidentemente que sabemos desde a fundação de portugal que ratos , desde que que tenham um olho ganham sempre muito bem e dão sempre muito a ganhar. apenas necessitam de ser seguidos por ratinhos e bem apoiados por ratas e ratazanas.

o crato é afinal de contas o cavaquismo destruidor dos direitos essenciais dos cidadãos em todo o seu esplendor de vilanagem.porque esta coisa de se deixar chegar os ratos à mesa é o que dá.





O Nuno Crato é tudo menos burro. Ou pelo menos, engana bem.
Percebeu bem como se livrar da batata quente da questão "Acção Social" com uma finesse engraçada.
Como? Simples. Passou a batata quente para os reitores e presidentes das Universidades e Politécnicos.

a entrevista de cavaco:-o confrangedor discurso de um presidente de república que nem sequer sabe que não existe.


Muitos podem acusar-me de desprezar cavaco silva. 
Mas ninguém me poderá jamais acusar de não prestar a maior atenção a tudo aquilo que diz cavaco silva e desde o começo do seu primado de desgraças. Ouvi tudo; li tudo, guardei tudo o que havia para guardar e do muito que guardei, guardei esta impressão que me ficou logo desde o início do seu aparecimento na política nacional; Cavaco fez da política o seu ganha pão e nisso revelou ser o melhor.


Cavaco silva pode estar profundamente convencido de que fala bem e de que sabe falar. 
Terei que lhe dar alguma razão nesse sentido.Cavaco fala sempre bem e sempre o que deve no sentido de proteger aqueles que o protegeram ou protegem. 
Muitos daqueles que pertencem ao seu partido e à sua orientação politica que 
( pasme~se! ) alguns jornalistas comentadores consideram ser centrista e não de extrema direita; muitos desses  ia eu dizendo, tudo farão para fazerem crer ao povo que essa sua forma de estar se deve à lealdade. Mas não. 
É imperioso que nunca se confunda a Lealdade com a paixão pelo interesse pessoal. Cavaco é muito bom a defender os interesses pessoais, defendendo todos aqueles que podem constituir uma ameaça para ele dentro do seu próprio partido e melhor ainda a defender todos os que através da sua ascensão politica o favoreceram.
Portanto e em relação a esta matéria estamos conversados.
 Cavaco fala na defesa dos seus não por Lealdade a TODOS mas por favorecimento a alguns.


Todos os discursos de cavaco silva ; especialmente todos os deste seu mandato na Presidência da República padecem dessa doença.
Cavaco nunca falou para TODOS os Portugueses.Cavaco dirige~se apenas aos que 
( dentro ou fora de Portugal ) fazem parte dos círculos daqueles que o favorecem ou protegem ou até mesmo podem vir a constituir uma ameaça.
Cavaco silva é pois , não o maior Politico.Mas é sem dúvida alguma o político que até hoje melhor defendeu os seus interesses pessoais.


Esta atitude cavaquista esteve mais uma vez presente em toda a entrevista concedida à jornalista que se no passado foi agressiva, intolerante, provocadora no pior sentido dessa palavra muitas vezes injusta na forma e no conteúdo das perguntas e atitudes sempre que entrevistou o então Digníssimo Primeiro Ministro José Sócrates, mas que em relação a Cavaco se revelou incapaz , temerosa  e demasiado permissiva, nunca tendo sido capaz de mais que não fosse dar espaço a Cavaco para mais uma vez fugir a matérias para ele mais do que incómodas, refugiando~se mais uma vez na auto desculpa agressiva da sua inépcia , atacando o mesmo do costume ou seja Sócrates, por toda a péssima condução da vida politica nacional e dos erros que apenas a ele Cavaco pertencem. 
É bem verdade que certo tipo de jornalismo e de jornalistas ficará para a estória acompanhando o mesmo tipo de politica e de politicas a que servem.


Cavaco foi pois mais uma vez interveniente.
Mas terá sido interveniente no sentido de defender o interesse de TODOS os Portugueses? Não. 
Aqui terei que concordar com o Zé manuel Júdice que em abono da verdade arranja sempre maneira de nunca ser obrigado a mentir; " a Cavaco silva não se pode pedir o que ele não pode dar" .


Cavaco silva deixou mais uma vez bem claro que esta é uma verdade impossível de ignorar, ele cavaco pode apenas dar o  que pode. Mas o que pode dar dá sem dúvida, dando sempre o seu melhor, para sempre agir na defesa DAQUELES QUE TEME, OU DAQUELES QUE FAVORECEM E DOS QUE DESDE DESDE SEMPRE O FAVORECERAM A ELE.  Não se poderá falar em Lealdade a Portugal de facto , como se pode ver e ouvir ontem naquela entrevista a que muitos chamarão de surreal mas que ofende o surrealismo.Agora pode dizer~se com imensa propriedade que o espectáculo a que ontem assistimos foi mais um exercício do favorecimento e do proteccionismo mais descarado e isso não é sequer surpreendente. Nem em relação a Cavaco silva, nem em relação à jornalista que o entrevistou.
O que ficou básicamente foi isto; Cavaco, como Presidente não existe mas não sabe que não existe.Já do tio alberto joão não se pode dizer o mesmo.


E roda a festa que a festa vai cada vez melhor.




 Maria Henriques 

Ouvir cavaco silva a dar receitas para salvar a  é a mesma coisa que temperar arroz doce com sal. 
 Maria Henriques 

Ouvir Cavaco silva a falar de Portugal é prestar atenção ao um exercicio completamente inútil .
 Maria Henriques 

Cavaco um grande politico? Bem posso concordar.É o maior politico da desgraça que Portugal alguma vez teve que gramar. 
 Maria Henriques 

Temos 1 Presidente que fala de menos em relação a Jardim e 1 Primeiro ministro que fala demais em relação à Madeira.  

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

o seu problema ó xora dona helena matos é o mesmo problema deste governo. nenhum de vocês percebe nadinha de cultura e menos ainda de economia e finanças. bora lá dar-vos 1 liçãozinha .



Entramos em definitivo no mundo dos liliputianos. Seres pequeninos e ferozes, medíocres e infernais que ameaçam com a sua pequenez intelectual todos os seres que tentarem criar à sua volta um mundo um bocadinho melhor.


Vem agora a jornalista helena matos , que passou a vidazinha blogueira e não só a malhar no Governo de Sócrates dizendo cobras e os costumados lagartos que se ouvem em todas as esquinas onde começam e acabam as direitas, defender esta peregrina ideia governamental de que o Teatro deve passar a VALORIZAR  os resultados de bilheteira. Ou por outra, vem o governozinho tentar por esta forma capciosa limitar apoios que são devidos ao Teatro , obrigando a contabilizar o produto de bilheteira como forma de se excusar à manutenção dos apoios que são devidos à cultura.


Ora  a xora dona helena matos parece  assim assumir  uma total ignorância sobre o modo como se administra e gere a Cultura. 
E como este governo já demonstrou à saciedade que a Cultura nada lhe importa vamos lá explicar a esta gente tão palradora umas quantas coisas sobre Teatro, Espetáculo , Cultura e Bilheteiras. 


A Cultura cara senhora e exmos ministros e secretários é um DIREITO e uma NECESSIDADE PROFUNDA dos povos. 


O TEATRO e TODAS as formas de CULTURA beneficiam TODOS os CIDADÃOS. 
Implicar produtos de bilheteira , contabilizando-os significa cercear e LIMITAR a LIBERDADE , e a EDUCAÇÃO dos cidadãos. ORA A CULTURA É EDUCAÇÃO E  O TEATRO CULTIVA E EDUCA.


Porque visa REDUZIR apoios em função de resultados sempre flutuantes, logo, visa LIMITAR e CERCEAR A EXPRESSÃO e a CULTURA. Claro que os resultados de Bilheteira DEVEM ser desvalorizados.Porque não são constantes e porque servem  diferentes tipos de necessidades que os apoios estatais não atingem! 


A xora dona helena matos pode talvez ir ali a Paris ida e volta ver lá os seus espetáculos faves , sim senhora é lá consigo e que lhe façam muito bom proveito.
Mas ele há Portugueses que precisam do seu Teatro de Vila , ou de Bairro para poderem ser um bocadinho mais felizes.
E com esta estória da valorização do produto de Bilheteira acabarão por ficar sem eles pela óbvia REDUÇÃO dos Apoios de que o próprio Secretário de estado fala. 


Está a senhora interessada em cortes? 
Olhe vá perguntar aos ministros e secretários de estado porque carga de água não cortam nas policias nem nas cadeias. Porque para aí parece haver milhões a rodos.
Essa é que seria excelente pergunta e excelente trabalho jornalistico. Porque não o faz? Por não ter coragem ou por não precisar de Teatro em Português?



E RAIOS ME PARTAM! APRENDAM! O QUE AQUI SE DIZ SOBRE TEATRO PODE DIZER~SE SOBRE TODOS OS ASPECTOS CULTURAIS HUMANOS:-

O Teatro é em primeiro lugar um jogo. Antes de ser clássico ou moderno, poético ou político, catártico ou crítico, o Teatro é uma forma de vida onde o que está em jogo é justamente a possibilidade de jogar a existência. O Teatro é, de todas as artes, a mais próxima da Vida porque ele é o Jogo dos Homens.
Podemos desde logo afirmar que o Teatro sempre existiu porque vive em cada um de nós, seres essencialmente teatrais. O Teatro ou o instinto teatral parece pois corresponder a uma necessidade universal do homem que é a necessidade de transfiguração. Segundo Aristóteles, desde a infância, os homens têm inscrito na sua natureza, simultaneamente uma tendência para representar e uma tendência para ter prazer em assistir às representações teatrais. Porque o Teatro, mesmo sob as suas formas estéticas mais complexas, continua a ser um Jogo. Podemos traçar um percurso que vai do desejo de teatro mais infantil até às portas da profissão e não, como vulgarmente se afirma, um percurso do jogo ao teatro.
O Teatro existe pela necessidade dos Homens brincarem. Hoje mais do que nunca. Porque "hoje, os deuses morreram, estamos sozinhos, o mito esvaziou-se, a tragédia abandonou a cena da cidade grega e foi habitar para o nosso inconsciente. (...) Ficou-nos a nevrose para nos preservar dela, resta-nos o Teatro." (Pierre Bugard)




E que tal pedir esclarecimentos pela desvalorização dos resultados de bilheteira?

by helenafmatos


Liliputiano


adj. De Liliput, terra imaginária habitada por pessoas de minúscula estatura. (Do romance Viagens de Gulliver, do escritor inglês Swift.)
P. ext. Muito pequeno, de porte extremamente reduzido.
Fig. Insignificante, desprezível.

Francisco José Viegas garantiu que estas mudanças não implicarão perda de independência e identidade dos diretores artísticos, mas alertou que a tutela quer "valorizar os resultados de bilheteira", nos teatros e no cinema.

"Há-de haver poupanças, há-de haver receitas e há-de haver gestão mais qualificada e melhor gestão em determinadas Entidades Públicas Empresariais (EPE). E essas poupanças e essas receitas serão aplicadas em cada uma EPE em proporção com o peso e a exigência da programação", disse Francisco José Viegas.

O responsável esclareceu que a tutela vai definir "uma linha média para a bilheteira", porque são cinco estruturas culturais que "são suportadas pelo contribuinte" e "é preciso ter resultados junto do público. As receitas de bilheteira geradas acima dessa linha vão ser aplicadas na própria EPE", disse.

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